segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Fala sério!
domingo, 18 de novembro de 2012
O Pleroma
Toda criatura é, essencialmente, leonina.
Planetas internos - personalidade do desejo divino
Sol - essência divina
Mércurio - expressão do divino
Vênus - forma do divino
Terra - ambiente para identidade do divino
Lua - liame entre o divino e o divino manifestado
Planetas externos
Marte - ação do divino manifestado
Júpiter - expansão da identidade do desejo divino
Saturno - sedimentação da identidade do desejo divino
Urano - anti-identidade do desejo divino
Netuno - experiência de sensciência do divino
Plutão - reformulação do desejo divino.
É assim. Se você não compreendeu, estude menos. Quem sabe você não consiga ter uma visão pessoal e não apenas transmissora de visão alheia?
sábado, 17 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
domingo, 12 de setembro de 2010
Café da Rua 8. A incivilidade. O desrespeito e a afronta

Quero agradecer ao Café da Rua 8 por mais uma noite insone... já foram tantas nesses 14 anos que nem chega a ser mais surpreendente.
Ontem foi a comemoração do seu aniversário e, como ocorre anualmente, é programado um show na via pública. A rua é fechada. Nem moradores podem estacionar nela depois das 18 horas.
Um show sofrível, de qualidade artística discutível e, definitivamente, a escolha do mais descaracterizado equipamento de sonorização. O resultado é de festinha escolar de fim-de-ano.
Separados estes detalhes, o que impressiona mesmo é o desrespeito, a invasão, a incivilidade, a despreocupação com a coletividade, com a vizinhança e, ao que tudo indica, também com a Lei do Café da Rua 8.
O indefectível show começou por volta das 18 horas e prolongou-se até às 2:30 da madrugada. (Segundo o que eu ouvi na Delegacia de Polícia houve desrespeito à validade do alvará, quando o horário de término foi longamente afrontado)
Deixa estar que eu, vizinho desse mau vizinho, esperei, com fé nos deuses que após o término da festinha, eu pudesse ter silêncio para desfrutar o meu merecido e duramente conquistado descanso. Ledo engano!
Quando tudo parecia silenciar a empresa que montou o palco – A Palco Locações – resolveu desmontar a enorme estrutura que fora usada. Um grupo de funcionários barulhentos que, além de falar muito alto, rir desbragada e ruidosamente, não têm a mais pequena noção de ordem e silêncio.
Cada cano que era desmontado era atirado no asfalto e lógico, todo o estardalhaço referente.
Indignado eu desci e fui pedir que não fizessem barulho porque eu queria dormir.
O funcionário olhou para mim, disse que estava cumprindo o serviço dele.
Revidei com vontade, quando ele me olhou e disse, na pachorra dos que se sabem protegidos: “agora que eu comecei a fazer barulho, é que vou fazer mais!”
A Palco Locações é de propriedade do Wilsinho e eu conheço o Wilsinho de longa data. Conheço e admiro a sua competência. E imagino que ele não saiba como sua equipe trabalha. Mas sempre a conduta dos funcionários de uma empresa reflete a conduta da empresa e seus dirigentes. Faz tempo que não o vejo. Será que anda acontecendo esse afrontamento à ordem e ao silêncio com a conivência dele?
Quando falei com um dos funcionários que eu conhecia o Wilsinho e que ira me queixar, ele me afrontou novamente e perguntou se eu queria o telefone do patrão...
Os proprietários do Café da Rua 8 foram para as suas casas dormir o sono dos patrocinados. O Wilsinho estava em casa dormindo o sono dos justos e eu tentando tampar os meus ouvidos.
Na Delegacia aonde fui registrar a ocorrência, a agente de plantão comentou que “esta gente (do Café) dá trabalho demais”
A Polícia Militar enviou uma viatura por duas vezes para admoestar a equipe infratora e, enquanto a Polícia permaneceu no local, o barulho era diminuído. Após a saída, os funcionários olhavam para a minha janela, que fica em frente, e recomeçavam, intencionalmente, a piorar a algazarra.
Os Policiais me aconselharam tomar uma medida mais severa porque, segundo eles, é tanta reclamação, tanta queixa contra o Café que já cabe um pedido de fechamento do mesmo.
Até quando a absoluta desconsideração e a impunidade do Café da Rua 8 vão continuar?



É assim. Se não compreender agora, não se preocupe. Compreenderá na hora devida